O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), preso no Mensalão e na Operação Lava Jato, colocou em seu rtrês parlamentares foram citados nas delações premiadas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras ol de testemunhas três deputados investigados por envolvimento no esquema de corrupção instalado na Petrobras.
José Otávio Germano (PP-RS), Nelson Meurer (PP-PR) e Waldir Maranhão (PP-MA) foram chamados pela defesa do ex-parlamentar.
Os Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Lava Jato.
Germano, Meurer e Maranhão são investigados em inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).
No documento, a defesa de Corrêa não explica o motivo de ter chamado os deputados para depor.
O doleiro disse, em delação premiada, que Germano recebia de R$ 30 mil a R$ 150 mil por mês da cota do PP.
Costa afirmou também em delação premiada que o parlamentar fez lobby em troca de propina para a Fidens participar de contratos da estatal petrolífera – a empresa atuou em obras da refinaria Premium I, no Maranhão.
Germano rechaça a inclusão de seu nome na lista de suspeitos de irregularidades.
Meurer é apontado por Youssef como um dos “líderes” do PP e, como tal, recebia repasses mensais que variavam de R$ 250 mil a R$ 500 mil.
O dinheiro era entregue em um hotel em Curitiba.
Segundo Costa, Meurer recebeu R$ 4 milhões por meio do doleiro para a campanha de 2010.
O doleiro confirma o repasse, mas não sabe como o pagamento foi feito.
O parlamentar nega as acusações.