Desaparecida desde o dia 18 de maio, ela foi vista pela última vez no município de Garanhuns, Agreste do Estado.
O paradeiro dele ainda é desconhecido pelos investigadores, mas a família do ex-companheiro informou que ele tem mantido contado.
Segundo a mãe da vítima, a técnica de enfermagem Djanyra Wanderley, de 50 anos, Patrícia saiu de casa para ir dormir com a avó, atividade que fazia diariamente.
"Ela sempre saía por volta das 18h e no dia do desaparecimento ela saiu por volta das 17h e fez um caminho diferente do usual", disse.
Para ela, a filha teria marcado um encontro com o ex-companheiro. Eles estavam separados há 10 meses.
"Ela era constantemente ameaçada e ele dizia que iria matar o filho deles", conversou a irmã da dona de casa, Paula Paes.
De acordo com a polícia, Patrícia já teria solicitado uma medida protetiva contra o caminhoneiro.
O documento exigia que o suspeito mantivesse uma distância de 200 metros dela.
Dias antes do desaparecimento, o pedido de proteção foi retirado pela dona de casa.
A linha de investigação trabalhada pela delegada Débora Bandeira, titular da Delegacia da Mulher de Garanhuns e responsável pelo caso, é que José Claudio Marques de Siqueira esteja em posse da vítima devido ao histórico de violência doméstica.
Como o suspeito ainda não foi encontrado, a delegada Débora Bandeira solicitou a prorrogação das investigações por mais um mês.
A previsão era que o inquérito policial fosse concluído já na próxima semana. Informações sobre o paradeiro de Patrícia Pereira da Silve podem ser comunicadas através dos telefones: (87) 9 9827.5078 e 9 8109.2622.