O empresário Rômulo Lemos, de 33 anos, foi morto a tiros na frente de um bar na noite da quarta-feira (21) em Camocim de São Félix, Agreste de Pernambuco.
De acordo com a Polícia Militar, dois homens em uma moto chegaram no local e cometeram o crime.
O jovem foi levado para um hospital local - onde foi medicado e liberado.
O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.
A autoria e motivação do crime ainda são desconhecidas.
O caso deverá ser investigado pela Delegacia de Polícia Civil do município.
O caso deverá ser investigado pela Delegacia de Polícia Civil do município.
Na sentença, o juiz Alceu Cicco, destacou que o crime cometido pelo réu foi fruto do machismo, pois a conduta de Rômulo representa "uma afronta direta aos valores constitucionais relativos à igualdade de gêneros, porquanto referido posicionamento estaria imbuído de uma visão machista e patriarcal de que a mulher é obrigada a aceitar todo e qualquer assédio, conferindo, ainda, ao homem o direito de agredi-la quando rechaçado”, como consta na decisão.
Condenado pela Justiça de Natal
A Justiça potiguar condenou o empresário Rômulo Lemos, acusado de agredir e quebrar o braço da advogada Rhanna Diógenes, de 24 anos, em uma boate de Natal em 2011.
Ele foi condenado a três anos de reclusão por lesão corporal.
O caso ganhou repercussão nacional e foi destaque no Fantástico.
De acordo com a advogada, a agressão aconteceu após ela se recusar a beijar o empresário.
Na época, Rhanna tinha 19 anos e era estudante de Direito.
Condenado pela Justiça de Natal
A Justiça potiguar condenou o empresário Rômulo Lemos, acusado de agredir e quebrar o braço da advogada Rhanna Diógenes, de 24 anos, em uma boate de Natal em 2011.
Ele foi condenado a três anos de reclusão por lesão corporal.
O caso ganhou repercussão nacional e foi destaque no Fantástico.
De acordo com a advogada, a agressão aconteceu após ela se recusar a beijar o empresário.
Na época, Rhanna tinha 19 anos e era estudante de Direito.
Também na época do fato, o empresário se defendeu dizendo que o braço da estudante teria quebrado no chão.
"Ela jogou a bebida na minha cara, segurando a minha gola. Em seguida eu achei que ela iria jogar o copo em mim.
Numa ação instintiva, automaticamente eu retirei o braço dela.
Ela provavelmente deve ter ido a escorregar pelo fato da bebida ter caído no chão, obviamente.
Deve ter quebrado o braço no chão", contou Rômulo ao G1 em outubro de 2011.
"Ela jogou a bebida na minha cara, segurando a minha gola. Em seguida eu achei que ela iria jogar o copo em mim.
Numa ação instintiva, automaticamente eu retirei o braço dela.
Ela provavelmente deve ter ido a escorregar pelo fato da bebida ter caído no chão, obviamente.
Deve ter quebrado o braço no chão", contou Rômulo ao G1 em outubro de 2011.