O Ministério da Fazenda confirmou neste sábado que a antecipação do 13º de aposentados e pensionistas do INSS será paga, de forma parcelada, em setembro e outubro.
Em cada uma das duas parcelas, será creditado 25% do total que o beneficiário tem direito a receber.
Os outros 50% entram na folha de pagamento do mês de dezembro.
Em cada uma das duas parcelas, será creditado 25% do total que o beneficiário tem direito a receber.
Os outros 50% entram na folha de pagamento do mês de dezembro.
Ontem, o Broadcast informou que a Fazenda havia proposto o parcelamento.
A medida é uma saída para evitar o desgaste de não fazer o adiantamento, além de diminuir o comprometimento no fluxo de caixa federal com o pagamento concentrado em um só mês.
Contribuiu para esse acerto a aprovação do projeto de lei de reoneração da folha de pagamentos das empresas nesta semana pelo Senado Federal.
Também é fator positivo o bom andamento das propostas de concessão.
A medida é uma saída para evitar o desgaste de não fazer o adiantamento, além de diminuir o comprometimento no fluxo de caixa federal com o pagamento concentrado em um só mês.
Contribuiu para esse acerto a aprovação do projeto de lei de reoneração da folha de pagamentos das empresas nesta semana pelo Senado Federal.
Também é fator positivo o bom andamento das propostas de concessão.
Com a definição, o governo voltou atrás de decisão tomada no fim da semana passada.
Com o aperto das contas, o Executivo havia optado por não pagar em agosto o adiantamento.
Apesar de não ser obrigatória, a antecipação de 50% do valor do 13º tem sido feita desde 2006, após um acordo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com centrais sindicais.
Ao longo da semana, ministros se mobilizaram para convencer a presidente Dilma Rousseff a mudar de ideia..
Com o aperto das contas, o Executivo havia optado por não pagar em agosto o adiantamento.
Apesar de não ser obrigatória, a antecipação de 50% do valor do 13º tem sido feita desde 2006, após um acordo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com centrais sindicais.
Ao longo da semana, ministros se mobilizaram para convencer a presidente Dilma Rousseff a mudar de ideia..