PF/Divulgação
Até agora, foram 496. Em todo o ano passado, foram 1.674.
Já entre 14 de maio de 2011 e o último domingo (14), durante a Campanha do Desarmamento, foram recebidas 8.374 armas e 15.020 munições, o que corresponde à média de seis armas por dia, 42 por semana e 168 por mês.
O quantitativo, segundo a PF, aponta para uma estabilidade no recebimento dos itens.
As armas e calibres de munições mais entregues no Estado são revólveres. Em seguida, vêm espingardas e pistolas.
Já as munições mais recolhidas são as de calibre 38.
Ainda de acordo com o balanço, as principais razões que estimulam o desarmamento são o anonimato e a rapidez no pagamento da indenização, que é efetuado em até 48 horas em qualquer terminal eletrônico do Banco do Brasil.
Além disso, nenhum questionamento é feito a quem faz a entrega. O valor pago varia de R$ 150 a R$ 450, conforme o calibre e o tipo do material.
Além das armas de fogo, também são recebidas munições armas de brinquedo, artesanais, de fabricação caseira e simulacros, mas que faz a entrega voluntária não recebe indenização.
Os itens recolhidos na campanha são enviados para o Exército e destruídos.
Além dos postos da PF no Recife, em Caruaru e em Salgueiro, a sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Capital, e 22 postos da Polícia Militar (PM) em todo o Estado também recebem armas e munições.
Até 31 de maio deste ano, São Paulo liderava o ranking nacional de entrega de armas (2.208), seguido pelo Rio Grande do Sul (514), Minas Gerais (490), Pernambuco (464) e Rio de Janeiro (451).
Pernambuco aparece em segundo lugar, entretanto – com 5,27% –, se somadas as porcentagens de itens entregues para cada grupo de 100 mil habitantes.
São Paulo permanece na primeira posição, com 5,35%, e o Rio Grande do Sul na terceira, com 4,81%.
No Brasil, já foram entregues 649 mil armas e pagos mais de R$ 12 milhões em indenizações.