Pasquale Scotti, 56, era considerado o "braço-direito" do chefão do grupo napolitano, Raffaele Cutolo, e fugiu de um hospital de Caserta no dia 23 de dezembro de 1984.
Em uma ação organizada pela seção de investigação sobre o crime organizado de Nápoles, com o grupo de Inteligência, a Interpol e as autoridades brasileiras, Scotti foi encontrado na cidade pernambucana.
Não se sabe ainda por quanto tempo ele viveu escondido no Brasil.
Não se sabe ainda por quanto tempo ele viveu escondido no Brasil.
Considerado um dos mais fiéis aliados de Cutolo, o mafioso era chamado de "engenheiro" das ações da Camorra na Itália.
Ele tem uma longa ficha de acusações criminais, que inclui lavagem de dinheiro, homicídio, extorsão e tráfico de drogas e é considerado o fundador do grupo "Nova Camorra Organizada".
Ele tem uma longa ficha de acusações criminais, que inclui lavagem de dinheiro, homicídio, extorsão e tráfico de drogas e é considerado o fundador do grupo "Nova Camorra Organizada".
O subgrupo foi organizado após uma megaoperação policial que desmantelou parte da máfia e prendeu seu chefe, Cutolo.
A fuga de Scotti ocorreu após uma suposta vontade de colaborar com os policiais.
Ele foi detido no dia 17 de dezembro de 1983, em Vaviani, por ser o mandante do assassinato de uma dançarina.A fuga de Scotti ocorreu após uma suposta vontade de colaborar com os policiais.
Na operação, ele foi ferido na mão e precisou ser internado.
Na véspera do Natal de 1984 ele fugiu do hospital.
Logo após a fuga ele começou a ser procurado, mas só em 1990 foi incluído na lista de fugitivos internacionais.