Homem é preso suspeito de roubar carga

Carga foi vendida por R$ 1900
Thiago da Silva Evangelista, conhecido como “Cabeção”, 27 anos, foi apresentado, nesta quarta-feira (18), pelos agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DPRFC). Ele foi preso na última quinta-feira (12), por policiais do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati), do 12º Batalhão da Polícia Militar (BPM), suspeito de furtar uma carga de produtos alimentícios e vendê-los a um mercadinho em Cavaleiro, na cidade Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife (RMR).
De acordo com o delegado da DPRFC, Osias Tibúrcio, Thiago utilizava o disfarce de ajudante de caminhoneiro para cometer os delitos. “Cabeção” teria acompanhado um caminhoneiro em entregas pelas cidades de Ipojuca, Escada e Jaboatão e ao realizar sua quarta entrega, em Cruz de Rebouças, convenceu o homem para o qual trabalhava que a carreta utilizada por eles era grande demais para ser manejada na região. O acusado sugeriu que o carreteiro o deixasse levar os produtos em um caminhão menor. Dessa forma, ele teria extraviado a carga e a vendido para um mercadinho em Cavaleiro por R$ 1900.
No dia 23 de maio, a polícia foi ao estabelecimento e reconheceu a carga extraviada. O proprietário do local, Carlos Eduardo Valença, foi autuado por receptação qualificada e recolhido ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima. Em esclarecimento à polícia, Carlos mostrou imagens do circuito interno de TV e apontou o homem a quem tinha comprado os produtos. Os agentes encontraram o carreteiro a quem “Cabeção” teria alugado o caminhão menor, que, em contato com o patrão do acusado, descobriu a farsa. Carlos Eduardo já foi liberado pela polícia.
Na última quarta-feira, populares reconheceram “Cabeção” em imagem divulgada na imprensa e acionaram a polícia. O acusado foi preso no dia seguinte e após prestar depoimento foi mantido em cárcere por já ser alvo de um mandado de prisão por furto qualificado expedido pela cidade de Alhandra, na Paraíba. O suspeito foi encaminhado ao Cotel e depois recambiado para a Paraíba, que requereu sua prisão.